| Taxa Selic |
Política Monetária |
↑ Selic → ↓ Ibovespa |
Juros Futuros, Bancos, Câmbio |
Selic alta encarece crédito, atrai capital estrangeiro e fortalece o real; reduz valuation de equities. |
A Selic é o eixo central da precificação de risco e valuation da B3. |
| Decisão do Copom |
Política Monetária |
Depende da tendência (hawkish/dovish) |
Juros Futuros, Dólar, Ibovespa |
Expectativas de decisão alteram curva de juros e fluxo de capital. |
A comunicação do Copom é tão importante quanto a decisão. |
| Força do Real (BRL/USD) |
Câmbio |
↑ BRL → ↓ Dólar Futuro |
Setores Exportadores, Commodities |
Moeda forte reduz margens de exportadores, melhora percepção de risco-país. |
O câmbio é um termômetro da confiança externa e da liquidez global. |
| Curva de Juros Futuros (DI) |
Expectativas |
↑ DI → ↓ Ibovespa |
Setores Sensíveis a Juros |
Reflete expectativa futura da Selic e risco fiscal. |
Movimentos curtos (DI1F25) sinalizam política monetária; longos (DI1F31) risco fiscal. |
| Ibovespa |
Bolsa |
↑ Ibov → ↑ Confiança |
Índices Setoriais |
Sintetiza humor do mercado e liquidez interna. |
Ponderado por papéis de grande capitalização (bancos, commodities, energia). |
| IFIX |
Imobiliário |
↑ IFIX → ↓ DI Longo |
Fundos Imobiliários, Construção |
Sensível à Selic e percepção de estabilidade inflacionária. |
Indicador útil para medir apetite por ativos de renda passiva. |
| Commodities (Petróleo, Minério, Soja) |
Externos |
↑ Commodities → ↑ Exportadores |
PETR4, VALE3, Suzano |
Ligam Brasil ao ciclo global de commodities. |
Brasil é "commodity play": beneficia-se em ciclos de alta. |
| Risco País (CDS Brasil 5y) |
Risco Soberano |
↑ CDS → ↓ Ibovespa |
Câmbio, Juros Longos |
Mede percepção de solvência e atratividade externa. |
Sobe em crises políticas, fiscais ou de liquidez global. |
| Fluxo Estrangeiro (B3) |
Fluxo de Capitais |
↑ Entrada → ↑ Ibovespa |
Blue Chips, Dólar |
Entrada reduz dólar, impulsiona bolsa. |
Deve ser lido junto com taxa de câmbio e Treasuries. |
| PIB / Atividade Econômica |
Macro Real |
↑ PIB → ↑ Confiança |
Setores Cíclicos |
PIB robusto sustenta lucros empresariais e projeções de crescimento. |
PIB fraco reforça política monetária expansionista. |
| Inflação (IPCA, IGP-M) |
Preços |
↑ Inflação → ↑ Juros |
Selic, Setores Sensíveis |
Pressiona o Copom, altera prêmio de risco. |
IPCA é o foco do BC; IGP-M é relevante para contratos e aluguéis. |
| Fiscal / Dívida Pública |
Contas Públicas |
↑ Dívida → ↑ Risco País |
Juros Longos, Câmbio |
Deteriora credibilidade e encarece captação. |
O fiscal é o “fantasma” estrutural da economia brasileira. |
| Petrobras / Vale / Itaú |
Ações Ponderadas |
↑ Lucros → ↑ Ibovespa |
Índices Setoriais |
Papel central na composição e direção do índice. |
Monitorar lucros e guidance trimestral dessas empresas é essencial. |
| Setores da B3 (Financeiro, Energia, Consumo, Exportador) |
Setorial |
Varia conforme contexto |
Ibovespa |
Refletem ciclos de juros, câmbio e liquidez. |
Permitem mapear rotação setorial conforme política monetária. |
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